Em meio a selva, do lado argentino, em Porto Iguazú, mas em meio a selva mesmo, dentro da mata Irapú, está o Loi Suites — um eco hotel categoria superior. Para chegar até ele é necessário um pequeno off road. A impressão que dá é que erraram o caminho, que você será desovada alí mesmo, até que se avista a maravilha que é o empreendimento. É tão escondido que não tem nem endereço, só caixa postal.
São 800 metros quadrados de piscina e uma decoração incrível asiática. Um luxo.
Fui lá à noite para jantar com o grupo de agentes de viagens da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV) e fomos recepcionados com tango, claro.
O cardápio trouxe especialidades locais:
Chipa Guazu Y horas de la huerta
Lomo sobre pallasion de mandioca com salsa Malbec y milhojas de calabaza
E a sobremesa, ou postre, crumble de frutas de la selva (mamão, manga…) con helado
Para finalizar, eu selecionei dois momentos imortalizados pelo cinema (que eu adoooooro) desta dança que é a tradução da paixão. Ai, ai!
Perfume de Mulher, com Al Pacino. Um clássico…
E este com Antonio Banderas e Katya Virshilas, que dançam Asi Se Baila el Tango, do grupo argentino Bailongo, no filme Vem Dançar. Tudo de bom.
4 comentários27 de Agosto de 2009 às 00:00Martha Mendes
Durante a exibição de Inglorious Basterds, de Quentin Tarantino, em Cannes, a atriz espanhola Elsa Pataki carregou no seu pescoço, no braço e nas “zorelhas” a merreca de US$ 214 mil. O colar, o bracelete e o brinco que ela usou são de ouro branco, diamantes e fazem parte da coleção Première Recontre, da Montblanc.
Eu já encomendei o meu… ui!
1 comentário23 de Maio de 2009 às 16:14Martha Mendes
A Mona Lisa, cansada de ficar trancada no Louvre, viajou para o Japão e foi parar em Nikko ( Não tô a cara da Gioconda na foto?).
Só que a musa de Da Vinci passou despercebida pela cidade. Afinal, a macacada aqui é sábia e muito discreta: ninguém ouviu, viu ou falou algo a respeito.
Imaginem a minha emoção ao chegar ao Templo Xintoísta de Toshogu e dar de cara com o entalhe em madeira dos três famosos macacos: Mizaru, Kikarazu e Iwazaru, que só conhecia pelos livros? Pois é, nunca deixo de me surpreender aqui na minha nova terra.
Viajando de trem, Nikko fica a duas horas de Tóquio. A cidadezinha é conhecida pelo majestoso Santuário de Toshogu, pelo Templo de Rinnoji, o Santuário de Futarasan e pelo Parque Nacional, que tem montanhas, lagos e cascatas.
Shinkyo ou Ponte Sagrada
Pagode- santuário Tosho-gu
Portal Yomeidon- Santuário Yomeimon
Fonte de granito- Santuário Taiyuin-byo
5 comentários27 de Abril de 2009 às 10:04Karina Kovalick
Enquanto a Karina congela em NY, eu resolvi colocar um pouco de calor nesse blog e fui para Maceió com colegas jornalistas, a convite da CVC, do Governo de Alagoas e da Prefeitura. E foi uma recepção calorosa… O Boi-bumbá estava lá na entrada do hotel só pra gente.
Maceió está linda! Foi uma grata surpresa revê-la depois de mais de 20 anos. Na companhia da simpática Fernanda, assessora de imprensa da Secretaria de Turismo de Alagoas, e do guia Fábio, botamos logo o pé na estrada e fomos direto para Maragogi, quase na divisa com Pernambuco. Antes, porém, vale uma parada em São Miguel dos Milagres.
Fernanda e Fábio
A praia de São José dos Milagres
Dias da Manguetown
É lá, na reserva ambiental de Tatuamunha, no povoado de Porto da Rua, que está o Projeto Peixe-Boi Marinho. Os pescadores agora ganham a vida levando turistas para ver esse mamífero aquático que encontrou nas águas do Rio Tatuamunha o ambiente perfeito para se desenvolver até estarem prontos para serem soltos novamente.
Euzinha, Flávia, do Correio Braziliense, seguida da Lana, Revista Foco
Esse aí é o Aldo. Ele já foi solto e nem quis mais ir embora. Virou quase um peixe-boi de estimação que acha que as canoas são namoradas. Ele anda tão carente que se uma vaca aparecer por aquelas bandas… sei não…
Pois é, parafraseando Chico Science… Fui no mangue catar lixo, pegar caranguejo, conversar com peixe-boi.
Maragogi Beach
Depois de um pouco mais de estrada, chega-se em Maragogi.
O grande lance de lá é pegar uma lancha e ir até as piscinas naturais, as Galés, como são chamadas. E foi o que fizemos…
Na maré baixa, os arrecifes ficam a mostra, represando a água. É um convite a mergulho. Achei pouco o snorkel e a máscara e resolvi fazer o mergulho de cilindro. Foi tudo! Não preciso contar nada… É só olhar as fotos.
Para fechar com chave de ouro, fomos até o Salinas Maragogi Resort para uma pausa antes de retornar a Maceió.
Hora de ir… Tchau!
4 comentários9 de Março de 2009 às 02:34Martha Mendes
Não sei se foi olho grande de minha amiga congelada de NY, mas o primeiro dia de estada em Maceió choveu horrores. E o que fazer em Maceió quando chove? Compras, claro.
E vejam vocês, descobri vários designers artesãos que estão bombando no mercado europeu. Não credita? Pois pasme… O trabalho é realmente de primeiríssima qualidade e os preços também são de primeiro mundo.
Um desses achados é a loja Caleidoscópio da arquiteta Jeanine Fontan. Ela desenha bijus, combinando pedras brasileiras, vitrilhos, canutilhos, cristais e miçangas. Um designer realmente inovador . Nada é barato, mas vale a pena conhecer o trabalho dessa alagoana. Ela tem uma loja num shopping a beira mar, em Ponta Verde (www.jmrfontan.com).
Achou bacana? Então vai achar ainda mais o trabalho das irmãs designers e artistas plásticas Ana Maia e Rosa Piatti, da Viver de Arte. Elas, inclusive, estão se preparando para inaugurar uma franquia da loja no endereço nobre da Joana Angélica, no Rio de Janeiro.
Gostei especialmente dos objetos de decoração: luminárias, pufs, entre outros. Os preços são um pouco mais interessantes. Achei mais caro a parte de vestuário. Vá lá no site delas e dá uma olhadinha. Pode encomendar por lá (www.viverdearte.com.br).
Ferinhas de artesãos
Mas o que eu gosto mesmo é de uma feirinha. Procuro as coisas mais representativas do artesanato local e adoro barganhar. Lá em Maceió tem o Mercado de Artesanato,no Núcleo Artesanal do Pontal da Barra, mais próximo ao Centro, e o Pavilhão do Artesanato, na Praia de Ponta Verde.
Eu acho lindo filé, essa renda típica de maceió que se originou da rede de pesca. Comprei jogos americanos (você pode comprar um jogo com seis peças por R$ 40,00) e um cinto (R$ 10,00). Dica: peça sempre desconto.
Achei coisas inusitadas também. Um artesão faz miniatura em palitos de fósforos.
É pitoresco de fato, mas não faz muito minha cabeça.
Agora, achei umas bonecas coloridas que me fisgaram. Comprei duas que hoje estão enfeitando o bufê da minha sala de jantar.
Já vi dessas bonecas por aqui em Brasília custando uma fortuna. Lá paguei R$ 60,00 pela maior e R$ 30,00 pela menor.
4 comentários8 de Março de 2009 às 21:39Martha Mendes
Se também acontecer com você de estar em Maceió e chover (o que é uma raridade), não perca o rebolado. Aproveite a ocasião para ir até o centro, onde está a parte mais antiga da cidade, conhecer alguns museus. O que o mais gostei foi o Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore.
Mantido pela Universidade Federal de Alagoas, com o patrocínio da Petrobrás, o museu é muito bem organizado. É lá que está a coleção de arte popular do professor e folclorista que deu nome ao lugar e que morreu em 1981.
Apaixonado pelas manifestações populares e pelo artesato, o professor reuniu peças como as alegorias do Reizado, uma dança popular.
É comum no Nordeste, ao se fazer uma promessa e alcançar a graça, levar moldes de partes do corpo para deixar com o santo milagreiro. Funciona assim: você está com problema no pé, pede a graça e depois leva o molde do pé como pagamento.
Sempre vi isso nas igrejas e achava até meio macabro, mas no museu fiquei pensando em levar para São Expedito um molde da minha carteira…Será que funciona mesmo?
Bem, aproveitando a ida ao Centro vá também ao Museu Pierre Chalita. O artista plástico doou sua coleção de arte sacra e alguns de seus quadros para museu. Estão lá no primeiro pavimento as séries Baile e Paraíso, de Chalita, e essa imagem de Pentecoste.
São quase 3 mil peças reunidas dos séculos XVII, XVIII e XIX. Entre elas, também estão obras pintores brasileiros modernos, como Volpi e Ismael Nery. Também vi um quadro de Burle Marx, entre outros que estão no sótão e, infelizmente, mal iluminados.
Tem ainda no corredor cultural do Centro o museu do Palácio Floriano Peixoto – sede do governo do Estado de Alagoas. Além mobiliário dos séculos XIX e XX, o museu abriga objetos decorativos que passaram por vários governos. É lá que estão as famosas telas do pintor alagoano, Rosalvo Alexandrino.
Essa imagem de Floriano Peixoto é que estampa os livros de história.
Do Centro de Tóquio até o aeroporto internacional de Narita é chão que não acaba. De carro e sem trânsito, o percurso dura uns 90 minutos. Já na hora do rush, umas 2 horas. Por isso, a corrida de táxi é caríssima e chega a custar uns 300 dólares. A melhor opção de transporte é o trem.
O trem japonês é uma maravilha. Normalmente, não atrasa, não perde o vinco e quase nunca solta as tiras. Só que no meio da minha viagem…a linha foi interrompida por um acidente. Acostumada a andar de metrô em NY, onde nada funciona muito bem, fiquei em pânico achando que “só amanhã de manhã”
pegaria um outro vôo. Eu tinha esquecido que estava na terra mais certinha do planeta. Em menos de 10 minutos, os funcionários da estação nos deram novos tíquetes e nos colocaram num outro trem.
Pergunta que não se cala….o sujeito da música Trem das onze, de Adoniran Barbosa, tava usando o horário do trem e a mãe que não dorme como desculpa para “sair à paulista” e escapar da mocréia que ele tava pegando??
3 comentários2 de Março de 2009 às 23:56Karina Kovalick
Se eu ficasse mais uma semana em Tóquio, voltaria para NY parecendo uma lutadora de sumô. Tudo bem que suei o quimono fazendo mil coisas, mas, com certeza, não deu tempo para queimar todas as calorias ingeridas durante a minha estadia na cidade.
Tem um restaurante que vai entrar na minha categoria “comi sim, engordei feito uma vaca de Kobe, mas não me arrependi”, que se chama China Room. O local, que fica nas instalações do Hotel Grand Hyatt tokyo.grand.hyatt.com/hyatt/hotels/index.jsp, em Roppongi, oferece o que há de melhor da tradicional cozinha chinesa: pato de Pequim , sopa de barbatana de tubarão e uma seleção deliciosa de dumplings caseiros.
Depois de um almoço incrível, com muita cara de pau, resolvi fazer uma excursão pela cozinha do restaurante. Pronto, fui fisgada pelo estômago e pela simpatia dos chefs.
1 comentário28 de Fevereiro de 2009 às 05:31Karina Kovalick
Descobri que sou tão boa de palito quanto de garfo. Bem, Tóquio é um “prato cheio para mim” (sorry, mas tive que fazer o trocadilho). Tem restaurantes ótimos e nem todos servem sushi, como muita gente acredita. Aliás, sushi é uma comida bem carinha para padrões japoneses. Eu, gulosa que só, aceitei o desafio de provar todas as comidas exóticas e encarar os restaurantes e “pé sujos” que os “nativos” sugerem. Por isso, me danei toda!!
A comilança, o cansaço e o estresse de achar um lugar para morar resultaram numa combinação nomidada por mim como ” Vingança de Godzilla”, uma dor de barriga fenomenal que nem Ultraseven, Spectremen ou National Kid teriam como vencer. Afinal, contra a mãe natureza nem super-herói japonês pode.
O meu amigo Beto Bardawil e a fofa da Elenira Mendes, filha de Chico Mendes, levaram do Acre para o Rio um acervo maravilhoso de documentos, fotos e sementes que contam a tragetória de vida do ativista e Seringueiro Chico Mendes. A exposição é uma homenagem a um dos maiores símbolos da preservação da natureza. A mostra está em exibição lá no Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico do Rio www.jbrj.gov.br. Ahh… como tudo que é bom dura pouco, termina no dia 15 de março.
Eu e Beto
Moi e Elenira PS: As fotos não foram tiradas na exposição. Infelizmente, tive que voltar para NY um dia antes da inauguração da mostra.
1 comentário12 de Fevereiro de 2009 às 16:43Karina Kovalick