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Bilhete da Nita, faxineira, elogiando o comportamento do Toulouse, o gato, na minha ausência.
Cara Karina,
Espero que tenha tido um dia maravilhoso. O gato se comportou super bem e não me incomodou em momento algum durante o serviço. Fiquei impressionada. Talvez ele tenha se sentido só…você estava fora .
Quando estou em casa, o vira-latas sempre se comporta mal durante a faxina dela: morde a coitada, não deixa que ela pegue nos brinquedos dele, mia feito um condenado…
Será que o problema do bichano sou eu. Ou ele , malandro, se fez de bonzinho porque estava no comando?
25 de Abril de 2010 às 15:40
Karina Kovalick
Seus problemas acabaram… Chegou o Shampoo a Seco Dry Clean que promete deixar os cabelos limpos sem precisar usar água. E isso não é tudo! Ele ainda neutraliza os odores, retira a oleosidade em qualquer situação, não danifica os fios e o couro cabeludo, pois sua fórmula não contém substâncias agressivas e detergentes.
Com essa espetacular lavagem a seco é possível dispensar o uso do secador semanal e aumentar a durabilidade da escova por mais alguns dias. É a salvação da chapinha! Você acha que isso não é coisa séria? Pois saiba que tinha uma amiga que passava talco no cabelo para não precisar lavá-lo e, com isso, ter que fazer uma nova escova!
Em spray, o shampoo pode ser usado a qualquer momento. Basta aplicá-lo a jatos curtos sobre o cabelo a uma distância próxima, esfregar em uma toalha limpa, secar e escovar normalmente até remover todo o produto junto com a sujeira (e, talvez, alguns bichinhos indesejáveis). Isso parece meio eca, mas pode ser a salvação nesse calor insuportável dos trópicos, que deixa o cabelo colado na cabeça.
O Dry Clean está disponível na loja virtual www.timevision.com.br ao preço de R$ 149,90. E aí? O que você achou? Vai levar?
23 de Fevereiro de 2010 às 10:27
Martha Mendes
Sabe bode de domingo? Pois é. Estava lá eu, sob as cobertas, enfiando a cara num chocolate, quando uma alma amiga salvou o meu dia. E com “catigoria”. Márcia, que estava produzindo o monólogo Eu sou minha própria mulher me chamou para ver o espeáculo, que estava passando do lado da minha casa, no complexo cultural da Caixa.
Fui e me surpreendi com a atuação de Edwin Luisi. Sem sair do palco, sem trocar o figurino, ele interpreta mais de 20 personagens para contar a história de Charlotte von Mahlsdorf, uma travesti alemã que sobreviveu ao nazismo e à polícia russa da parte oriental do muro. Dona de um museu, Charlotte ainda mantinha um cabaré nos porões da casa para receber homosexuais. A peça é engraçada, emocionante e o texto de Doug Wright teve uma boa tradução.
Valeu, Márcia! Para programas desse nível estou sempre às ordens.
18 de Maio de 2009 às 01:15
Martha Mendes
Sou mãe, amo meus filhos, mas vou ser sincera: antes de engravidar, dizia que queria ter 10 cachorros, mas não queria ter bebês. Sempre achei que ter filhos era uma coisa muito complicada. E é.
Depois de casada, resisti muito aos pedidos do meu marido para que tivéssemos logo o primogênito. Ele não queria ser pai velho. Isso hoje faz todo o sentido pra mim. A tarefa exige dedicação, paciência, energia, resiliência e outros atributos que vão ficando escassos com a idade. A verdade é que engravidei duas vezes, com meus 20 e poucos anos, mas tive os filhos que quis e que pude criá-los: um casal. Ah! Não abri mão do cachorro! Um só, claro.
Antes da gravidez, meu instinto maternal não conseguiria uma classificação descente. E não me venha com esse papo que já dentro da barriga o amor pelo seu filho já vai se formando, que o sangue se encarrega desse vínculo… Comigo não foi assim. A ficha de que era mãe só caiu quando aquele bichinho abriu a boca e sugou meu peito desesperado. Esse foi o início do instinto maternal, aquele que faz você proteger a prole e arrancar o fígado daquele que a ameace, que te leva a alimentá-la e prestar-lhe atenção e cuidado. Esse é o mais puro sentimento animal, o de preservação da espécie.
No entanto, amor, amor mesmo, aquele que nos diferencia dos primatas, esse vem com a primeira dor de ouvido, ou cólica. Vêm com a noite de sono perdida, com o sorriso, com as primeiras gracinhas, as afinidades que vão surgindo, resultado da educação que eles vão recebendo e assimilando. E é assim que se formam mães e pais.
Esse amor não é imposto e nem automático. Se assim fosse, não haveria crianças abandonadas, pais negligentes, pedófilos ou ainda filhos voando pelas janelas de edifícios. Esse amor é incondicional. Surge pela cumplicidade do dia-a-dia, pelos traços de personalidade, pelas semelhanças que você vai aos poucos conhecendo e se reconhecendo.
Ser mãe é uma decisão solitária da mulher, mas não pode ser egoísta ou irresponsável. É uma decisão sem volta e que, portanto, exige um grau de maturidade e de coragem. Ter filhos é fácil. Fazê-los é mais fácil e divertido ainda. Mas educá-los, transformá-los em cidadãos éticos, essa sim é uma tarefa hercúlea. E será tão mais difícil quanto menor for a competência materna. Cria melhor quem erra menos e quem tem condições de dar e ser exemplo.
Assim, penso que o Dia das Mães não serve para todas as progenitoras, mas apenas para as que assumiram sua condição, independente das circunstâncias em que conceberam seus filhos. Esse dia é apenas para as mães fortes, as que se bastam; para as que são referências para seus filhos. Essas são mulheres que podem criar um, dois, 10… Podem criar até o filho dos outros, se a situação exigir.
Então, para essas, e somente para essas, vai o meu parabéns!!! Parafraseando o Casseta & Planeta…. Mãe é mãe, vaca é vaca.
(Ah! O desenho lá de cima foi feito pela Camila e foi escolhido na escola para ilustrar o cartão do dia das mães!)
10 de Maio de 2009 às 13:46
Martha Mendes
Tenho aproveitado os feriadões para curtir um cineminha com as amigas. Não tenho planejado muito o que irei ver e isso é um grande risco. Portanto,vou colocar aqui as minhas “hurmirdes” opiniões para que os leitores desse blog não digam que não foram aviados.
Adoro Nícolas Cage e talvez os meus hormônios femininos nem questionaram nada quando “Presságio” entrou em cartaz. O filme começa bem, vai indo e do meio pro final degringola de um jeito que não tem salvação. Saí do cinema com o pressentimento de que perdi meu dinheiro. O Nic me deve essa…
Depois fui ver “Ele não está tão afim de você”, adaptação do best-seller escrito por Greg Behrendt e Liz Tuccillo, que também fazem o roteiro de Sexy And City — seriado que nem gosto (falem baixo! Não espalhem isso…). O filme até que não é de todo ruim, tem uns diálogos engraçados e toca num ponto curioso que realmente acontece com as mulheres: a mania de acharem desculpas para a rejeição. Mas assim como acontece no seriado, as personagens parecem histéricas, neuróticas e orbitar em torno de um único objetivo: homens (mas não digam que falei isso. Acho que sou a única a pensar assim sobre S&C). Enfim, eu teria esperado, tranquilamente, chegar em DVD.
Também vi, junto com minha prima Bete (e éra praticamente só a gente no cinema) “Eu odeio o dia dos namorados”, novo filme de Nia Vardalos, a mesma de Casamento Grego, que adorei! Ai, fui cheia de expectativas e talvez por isso, sai do cinema meio decepcionada com a estorinha sem muita criatividade. Valeu pela pipoca e a fofoca, né prima?
Eu já estava desistindo da minha maratona quando minha filha, Camila, me fez levá-la ao Monstros x Alienígenas 3 D, da Dreamworks. Como promessa é dívida, me enchi de boa vontade e fui. Confesso que tentei convencê-la a escolher outro filme ainda na bilheteria, mas não fui feliz. Graças a Deus! Porque foi a melhor coisa que vi nesta temporada! O filme é realmente muito bem feito, bem roteirizado, com um humor inteligente, crítico. Sai da sala escura satisfeita com o investimento.
Se não tem filho, pegue um sobrinho emprestado ou uma criança órfã e finja que fará uma boa ação. É uma boa desculpa para não perder o filme!
Tem mais um feriadão a caminho e ainda quero ver Divã e Delírios de Consumo de Becky Bloom, enquanto Wolverine (ai, ai) não estréia… Algum advertência sem precisar me contar o final?
30 de Abril de 2009 às 02:10
Martha Mendes
O japão é bacana, mas é tão longe do Rio!!
24 de Abril de 2009 às 01:26
Karina Kovalick
A Sole, uma argentina querida, me convenceu numa festinha de um amigo espanhol, lá nos confins da avenida B. Não contente, arrastou meu irmão e Ana. Só para vocês terem uma idéia… Che Guevara também estava lá. A galera era mesmo guerreira ou “‘gerrilheira” para beber e fumar tanto, mas a revolução estaria perdida se dependesse deles.
Foi uma noite bizarra. Parecia uma volta aos tempos de faculdade e aos “eventos”da vila dos diretórios da PUC. Só que, tirando o meu irmão, todos tinham mais de trinta. Alguns beiravam cinquenta. Ver “companheiros” agindo como adolescentes me deixou um pouco deprê.
Eu, Ana, Sole e Che
Eu e Guga
Olha só o prédio onde rolou a festa!!!
25 de Março de 2009 às 23:17
Karina Kovalick
Achei numa lojinha furreca lá no East Village. A camiseta é politicamente incorreta, mas é engraçada.
24 de Março de 2009 às 11:53
Karina Kovalick
“Não conheceis o mundo. Cavaleiro.
Não nos julga ninguém pelo que somos,
Mas todos pelo que lhes parecemos.
Assim, o mais que posso
É agir de tal maneira, que uma dúvida
Paire sempre no espírito daquele
Que investigar a minha parte no caso.
A salvaguarda está na ambiguidade.”
Essa parte do texto de Schiller, traduzido por Manoel Bandeira, retrata bem o que é a peça Maria Stuart, em cartaz no CCBB de Brasília até o dia 15 de fevereiro. O texto reproduz um diálogo imaginado por Schiller entre a Rainha Elizabeth e Mortimer, sobrinho do carcereiro de sua prima Maria Stuart, rainha da Escócia. Isso foi escrito em 1799, mas é extremamente atual. Assim como é extremamente oportuna a estréia nacional dessa peça em Brasília – a capital do poder.
Apesar do nervosismo natural do elenco por ser uma estréia, ver o drama que envolveu essas duas poderosas mulheres encarnadas por grandes atrizes como Júlia Lemmertz (na pele de Maria Stuart) e Clarice Niskier (como Elisabeth) é realmente estimulante. Duas rainhas, duas personalidades femininas marcantes e opostas que governam a mesma ilha e disputam o amor de um mesmo homem.
Maria, católica fervorosa. Elisabeth, protestante. Ambas disputavam a coroa da Inglaterra na segunda metade do século XVI. Elas nunca se encontraram de fato, mas na imaginação do autor alemão esse encontro existiu um pouco antes de a rainha da Escócia ser decapitada pela própria prima.
Sem fazer qualquer juízo a respeito da conduta de ambas as soberanas, Schiller centra a trama nas relações interpessoais e desvenda, até com um certo humor crítico, as artimanhas utilizadas pelos personagens para se manter no poder e se livrar do peso das decisões polêmicas. Maria Stuart está recheada de personagens dúbios, vacilantes em suas atitudes, que estão sempre envolvidos em “mal entendidos” e se eximindo de suas responsabilidades. Tipos que ultrapassam os séculos e que permeiam nossa atualidade.
Brindamos ao sucesso da Márcia, que foi a produtora local do espetáclo
A simpaticíssima Júlia Lemmertz
29 de Janeiro de 2009 às 00:37
Martha Mendes
Só depois dessa comilança toda (veja os dois posts abaixo primeiro), é que lembramos que precisávamos de biquínis novos! E lá se foram as duas pançudas, em meio a nossa digestão, provar as roupinhas de praia…
Como não temos problemas de autoestima (agora é assim… sem hífen), encontramos nossos modelinhos lá na Salinas. E vou propor aqui uma brincadeira… Vamos ver quem acerta que modelinho é de quem (quem for atento ao blog e nos conhece um pouco vai saber diferenciar de quem é cada biquíni).
PS: esse post me lembrou de uma amiga nossa que cantava “Noite do Prazer” (Banda Brilho) assim: “trocando de biquíni sem parar”, quando a letra certa é “Tocando B. B. King sem parar”… rsrsrs
6 de Janeiro de 2009 às 23:50
Martha Mendes
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