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Da série: Fofocas Asiáticas
Depois de abrir o computador e o zíper da mulherada, ator envolvido em escândalo sexual, finalmente, abre o verbo na CNN.
O continente parou para ver, hoje cedo, na CNN, a entrevista de Edison Chen, um dos maiores astros do cinema de Hong Kong, envolvido num escândalo sexual.
O sujeito, uma espécie de André Gonçalves asiático que pegava todas as atrizes chinesas, tinha o costume de registrar suas performances sexuais e armazenar no computador. Um belo dia, a máquina estragou e ele mandou para o conserto sem limpar a memória. Conclusão: o técnico enviou para a internet dezenas de fotos comprometedoras do ator com as famosas locais.
O escândalo acabou com a carreira das moças, com a do próprio Chen e o técnico anda “puxando uma cadeia básica” de oito meses pela brincadeira de mau gosto.
Mas só agora o mancebo resolveu se manifestar. Ele se lamentou, se lamentou, pediu desculpas às atrizes, mas, na verdade, se considera uma vítima… Vai ser cara-de-pau assim lá na China!!
namoradas/atrizes
As fotos foram copiadas do site: http://edison-chen-scandal.pollmonster.net/
8 de Junho de 2009 às 09:46
Karina Kovalick
Me sinto como no filme Alien. Sou hospedeira de uma gosma alienígena, que agora deve estar em algum lugar entre meu estômago e intestino delgado.
Quem me conhece, sabe que sou boa de garfo. Gosto de quase todos os pratos, desde que bem feitos e bem apresentados. Na fome, sou capaz de comer todo o banquete do Indiana Jones sem pestanejar.
Mas, pela primeira vez na vida, fui derrotada pelo nojo. Nato (pronuncia-se “natô”), grão de soja parcialmente fermentado, é uma iguaria japonesa muito popular, nutritiva e adorada pelos nativos.
Na minha opinião, é um grude mal cheiroso que tem um gosto terrível. Não vou descrever o sabor porque, no momento, só me vem a mente escatologias para fazer a comparação. Segundo a minha amiga japa Emi, é superbenéfico, especialmente para a saúde sexual das mulheres. O que não se explica. Eu garanto que, depois de um jantar com nato, não há romance que resista.
Dizem que gaijin que é gaijin precisa provar o nato. É uma espécie de prova de fogo para saber se a pessoa realmente gosta da culinária local. Conclusão: não passei no exame!! Estou de recuperação (me recuperando da experiência gastronômica).
Mas ainda não aceitei o fracasso. Não vou deixar barato: o tal quitute viscoso quase nunca é comido puro. Muita gente mistura o nato no sushi, na gema de ovo ou na maionese. Oras, quando o alimento é saboroso a gente come sozinho, cru. Nunca precisei misturar brigadeiro no feijão!!
4 de Junho de 2009 às 11:27
Karina Kovalick
Eu, mamãe e Guga fomos almoçar num restaurante que fica lá em Koreatown. Pedimos um barbecue à moda da casa. Fora as carnes grelhadas e molhos, veio peixe seco, gelatina de banha de porco (eca, eca, eca) e outras comidas “exóticas”. Espero que eu não tenha comido cachorro.
Só que mais bizarra que a comida foi a conta coreana. Vê se dá para entender alguma coisa??? Passamos alguns minutos tentando analisar o papel. Parecia $76,30, mas não era nada disso. Por fim, a conta foi bem mais barata do que esperávamos.
mamãe
30 de Março de 2009 às 13:27
Karina Kovalick
Momento Plunct Plact Zoom de um gato
Hoje… achei as botas de Judas, nos confins do bairro Jamaica, no Queens. Fui lá por causa do Toulouse, meu gato. O bichano precisava carimbar o passaporte no Departamento de Agricultura para viajar comigo para o Japão. O tal departamento, que antes ficava no complexo do aeroporto JFK, mudou recentemente de endereço e foi parar na @#@#@#@#. Peguei metrô, trem e táxi para chegar ao local. Nem levei o felino comigo. Fiquei com medo que ele se interessasse por uma gatinha do “gueto”!

Jamaica
O governo japonês exije que o animal passe por uma quarentena de seis meses, que pode ser feita no próprio país, antes de entrar no Japão. O bichinho passa por uma série de exames de sangue e vacinas, além de colocar um chip para armazenar todo o histórico clínico.
O Toulouse já passou por isso antes. Ele, que é brasileiro, nascido em Brasília, saiu do Planalto Central para o Rio de Janeiro e depois para NY. Os americanos são muito mais práticos que os japas nesse aspecto e o processo é bem mais rápido. E olha que o Japão é a terra da Hello Kitty!!
Estou tendo o maior trabalhão para levá-lo comigo, mas quem conhece a fera sabe que ele nem gosta de mim tanto assim. Morde, mia reclamando o tempo todo e me despreza muito. Eu devo ter algum “complexo de Rhianna”!!
Toulouse
7 de Março de 2009 às 09:08
Karina Kovalick
Estou hospedada em um hotel que fica num bairro de Tóquio chamado Roppongi. Roppongi, ou “ Loppongui” como dizem os japas, é famoso pela vida noturna agitada. Inúmeros restaurantes e bares fazem a festa da meninada. O local, que também é famoso pelas lojas elegantes do complexo Roppongi Hills www.roppongihills.com/en/ e, é um dos bairros prediletos dos gaijins (estrangeiros que vivem no Japão).
É claro que resolvi me hospedar por aqui durante a minha estadia na cidade. Só que na última hora, cancelaram a reserva que eu tinha no flat do Pacific Tower www.ptroppongi.com/eng/index.html e me arrumaram um lugarzinho bacana na “zona”. Isto mesmo, a minha nova locação fica na área de baixo (ou alto, dependendo do ponto de vista ) meretrício da área. Estou cercada de casas suspeitas e mocinhas de família. De um lado, um clube de sadomasoquismo. De outro, uma galeria inteirinha de boates de striptease.
Pelo que pude observar, as japinhas de programa têm uma característica em comum: são loiras. Bem, as loirinhas trabalham muito, non stop. Quando acordo para comprar o meu pão, as coitadas (literalmente) já estão de pé, salto alto e minissaia na porta dos estabelecimentos tentando ganhar “o pão que o diabo amassou” delas. À noite, quando volto para casa de algum restaurante, elas ainda estão lá rodando a bolsinha fake da “Louis Vuitton.
E eu ainda reclamo da vida!!
Fora isso, devo confessar que o bairro é bem divertido. É só escolher bem o hotel, o que não foi o meu caso.
26 de Fevereiro de 2009 às 07:33
Karina Kovalick
Estou em Tóquio com a tarefa inglória de achar um apartamento bacana para alugar. Já vi uns 15, mas nenhum se enquadrou ainda nas minhas expectativas, que nem são tão altas assim. Quando gosto do prédio não gosto do apartamento, quando gosto do bairro não gosto do prédio e por aí vai.
Tóquio é uma cidade cara. O metro quadrado aqui vale ouro. Logo, os apartamentos bons e grandes são proibitivos, mas também não vou sair de Manhattan, tendo o Central Park como quintal, para dormir no tatame.
Estou dando uma surra na pobre da corretora de imóveis, que é uma flor de cerejeira em forma de gente. Só que eu estou perdendo a paciência com ela. Ela não entende a minha língua e nem eu a dela, literalmente. Ela acha que morar num lugar tranquilo é sinônimo de morar no cemitério!!!! Já disse mil vezes que não gosto do environment, mas tá difícil. Ela já me mostrou vários apartamentos com vista para o “ São Jõao Batista, o Caju e Jardim da Saudade ” locais. Acho que o povo daqui encara a morte de forma mais leve.
Apesar de nunca ter ouvido falar em fantasmas ou poltergeists japas, não vou pagar para ver. Aliás, não vou pagar em iene para morar perto deles.
Acho que estou sendo guerreira como um samurai, ainda não derramei uma lágrima, apesar de estar exausta e hopeless. Só que ainda não vim de vez. Ainda volto para NY para fazer a mudança e me despedir dos amigos. Aí sim. I’m going to cry a Hudson river!!!
18 de Fevereiro de 2009 às 22:20
Karina Kovalick
Eu quase ia esquecendo de dar essa dica…
Foi o Dudu, de 12 anos, o filho dos meus cumpadres Ricardo e Maria, que fez questão que fossemos ao
Frontera, que eu ainda não conhecia. Tem um em Ipanema, Jardim Botânico e outro na Barra. E realmente o lugar é bem legal.
O restaurante oferece um ambiente sofisticado, com gastronomia contemporânea, assinada pelo chef holandês Mark Kwaks. E traz traços da culinária típica de diversos países como Holanda, França, Itália, Indonésia, Japão, Tailândia e Brasil, claro. Funciona tanto no sistema de bufê como a quilo. Então, acaba com aquela história de não como isso, não como aquilo, como pouco, como muito. Ótimo mesmo para quem está com criança, ou não…
O Dudu sabe das coisas! O Fábio também aprovou! E se essa galera gosta, pode ir sem medo!
24 de Janeiro de 2009 às 11:34
Martha Mendes
Tem gente que não ajuda a natureza… Veja bem essa visão do inferno em pleno Natal: essa criatura saiu para as comprinhas com um tomara que caia, ou seria um “já que caiu eu empurro”?
Onde anda o bom senso natalino?
22 de Dezembro de 2008 às 12:34
Martha Mendes
Acho terrível a idéia de fazer turismo de saltos altos. Não tem coluna, pé ou elegância que aguente!!
Achei essa turista masoquista tentando se equilibrar nas ruazinhas de paralelepípedos de San Juan, Porto Rico. A criatura mal conseguia caminhar . Se eu fosse ela, teria atirado ladeira abaixo o calcado “mardito”, mas cada um sabe onde aperta o calo.
17 de Dezembro de 2008 às 12:52
Karina Kovalick
Se você sempre desejou fazer uma tattoo, mas nunca achou o local apropriado, essa pode ser a sua chance.
A nova moda em LA (Los Angeles) é a tattoo nos dentes molares. O site www.toothartist.com oferece uma série de opções de gravuras, inclusive o desenho do rosto de Amy Winehouse.
A esquisitice varia de U$ 75 a U$ 500 e o cliente ainda ganha um certificado autografado pelo artista Steven Heward.
Na minha opinião, fica parecendo que a pessoa está com “urubu na cerca”, feijão no dente. Pergunta que não se cala… em caso de arrependimento a gente faz o que? Apela para a fada do dente ou algum alicate amigo??
19 de Novembro de 2008 às 01:48
Karina Kovalick
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