Não! Eu não fui ao Jardim Botânico. Todas essas orquídeas maravilhosas que fotografei ficam na minha quadra, na 202 Sul, em Brasília. Elas são cultivadas pelo porteiro do prédio vizinho e estão sempre em flor. Tem de várias espécies. É realmente revitalizador observá-las.
2 comentários28 de Fevereiro de 2009 às 21:26Martha Mendes
Se eu ficasse mais uma semana em Tóquio, voltaria para NY parecendo uma lutadora de sumô. Tudo bem que suei o quimono fazendo mil coisas, mas, com certeza, não deu tempo para queimar todas as calorias ingeridas durante a minha estadia na cidade.
Tem um restaurante que vai entrar na minha categoria “comi sim, engordei feito uma vaca de Kobe, mas não me arrependi”, que se chama China Room. O local, que fica nas instalações do Hotel Grand Hyatt tokyo.grand.hyatt.com/hyatt/hotels/index.jsp, em Roppongi, oferece o que há de melhor da tradicional cozinha chinesa: pato de Pequim , sopa de barbatana de tubarão e uma seleção deliciosa de dumplings caseiros.
Depois de um almoço incrível, com muita cara de pau, resolvi fazer uma excursão pela cozinha do restaurante. Pronto, fui fisgada pelo estômago e pela simpatia dos chefs.
A febre desse verão brasileiro não foi nenhuma música, roupa ou acessório, mas um hidratante. Isso mesmo: o Power Bronze Gel, da Biotherm. A galera usou e abusou desse hidratante com pigmentos de origem mineral, que garante um bronzeado natural e uniforme. E tem para peles claras e escuras. O negócio é indicado para a região do rosto e pescoço, mas as beldades dos camarotes do Sambódromo, no Rio, usaram e abusaram no corpo inteiro mesmo. Comenta-se que tinha branquelo traficando o produto…
Na Americanas.com as vendas do produto se esgotaram. Mas ainda dá pra comprar no Submarino por R$ 104,00.
É isso ou o método natural! Afinal, o sol nasce pra todos!
A coxinha de galinha há muito caiu em desgraça no gosto dos brasileiros e se tornou uma iguaria “brega”. Ela e o seus primos croquete e rissoli foram banidos dos buffets , festas e biroscas da vida e substituídos por canapés mais chiquezinhos, mais saudáveis e menos calóricos.
Mas aqui no japão, como se sabe, é tudo ao contrário. As coxinhas são encontradas em qualquer esquina e não sofrem preconceito de nenhuma espécie. O salgadinho deve ter sido trazido por algum nikei ( japonês-brasileiro), porque até o nome é o mesmo, e agradou a “japas e troianos”.
Eu fiquei feliz. O meu lado “popular” se amarra na tal fritureba. Afinal, nem só de “ordeuvres” vive uma criatura.
9 comentários27 de Fevereiro de 2009 às 10:35Karina Kovalick
Estou hospedada em um hotel que fica num bairro de Tóquio chamado Roppongi. Roppongi, ou “ Loppongui” como dizem os japas, é famoso pela vida noturna agitada. Inúmeros restaurantes e bares fazem a festa da meninada. O local, que também é famoso pelas lojas elegantes do complexo Roppongi Hills www.roppongihills.com/en/ e, é um dos bairros prediletos dos gaijins (estrangeiros que vivem no Japão).
É claro que resolvi me hospedar por aqui durante a minha estadia na cidade. Só que na última hora, cancelaram a reserva que eu tinha no flat do Pacific Tower www.ptroppongi.com/eng/index.html e me arrumaram um lugarzinho bacana na “zona”. Isto mesmo, a minha nova locação fica na área de baixo (ou alto, dependendo do ponto de vista ) meretrício da área. Estou cercada de casas suspeitas e mocinhas de família. De um lado, um clube de sadomasoquismo. De outro, uma galeria inteirinha de boates de striptease.
Pelo que pude observar, as japinhas de programa têm uma característica em comum: são loiras. Bem, as loirinhas trabalham muito, non stop. Quando acordo para comprar o meu pão, as coitadas (literalmente) já estão de pé, salto alto e minissaia na porta dos estabelecimentos tentando ganhar “o pão que o diabo amassou” delas. À noite, quando volto para casa de algum restaurante, elas ainda estão lá rodando a bolsinha fake da “Louis Vuitton.
E eu ainda reclamo da vida!!
Fora isso, devo confessar que o bairro é bem divertido. É só escolher bem o hotel, o que não foi o meu caso.
1 comentário26 de Fevereiro de 2009 às 07:33Karina Kovalick
Depois de passar a semana inteirinha vendo apartamentos para alugar e resolvendo probleminhas burocráticos, resolvi largar essa vida de Geisha e tirar uma folguinha.
Começei o dia feliz da vida, enchendo a cara de croissant no Paul www.sumitomo-rd.co.jp/izumi_garden/shop01.html. A boulangerie, que fica no complexo do Izumi Garden, em Roppongi, não deixa nada a desejar se comparada às da França. Aliás, uma das coisas que aprendi por aqui é que japonês quando resolve imitar alguma coisa sempre supera o criador.
Depois fui bater perna em Omatesando Do e Harajuko, que ficam bem juntinhos. Omatesando é uma espécie de Fifht Avenue de Tóquio . As grifes internacionais se misturam às pessoas elegantes.
Já Harajuko, área que gosto muito, está mais para Soho. Tem gente descolada e lojas “muderninhas”.
Eu adoro o estilo que o pessoal da terra adota ao se vestir . Aliás, cheguei a conclusão que sou quase uma japa girl, se não fosse meus olhos grandes
(para padrões locais) de mangá. Olhando para as moças que passavam nas ruas, me dei conta que tenho várias roupas parecidas com as delas. Quem diria…achei minha tribo em Tóquio.
4 comentários25 de Fevereiro de 2009 às 07:55Karina Kovalick
Eu tenho feito de tudo para entreter a minha insônia. Tenho visto, na madruga, vídeo- clips locais e até novela em japonês.
Só de pensar que eu nunca dei uma chance para o Manoel Carlos…
Quem disse que Brasília não tem mar? É, não tem, mas tem um lago enooooorme e um céu que parece que saiu da prancheta de Niemeyer.
Aproveitei o Carnaval para dar uma voltinha de lancha e mostrar Brasília vista por outro ângulo.
A Mormai, no Pontão, point dos finais de tarde para ver o por-do-sol
Aqui não é o Japão, mas Carnaval também não é o forte de Brasília. No entanto, estava ontem a toa na vida, quando vi a banda passar ao lado da minha janela… Era o Galinho de Brasília, uma espécie de facção do Galo da Madrugada, que arrasta multidões em Recife (PE).
Aqui o Galinho também arrasta uma galera e faz sucesso. Confesso que não sou chegada a Carnaval, samba… mas olhando o Galinho me deu uma certa nostalgia do Carnaval de Olinda. E fui lá desenferrujar o frevo…
Mal colocamos os pés no bloco e uma dessas galinhas gigantes passou um papelzinho com o telefone (ele devia ter vários prontos no bolso) para a minha filha Camila, de 13 anos. Além de galinha, pedófilo! Fala sério…