Arquivo de Janeiro de 2009
É, não é Barcelona e o Javier Barden não está por perto, mas a gente se diverte…Woody Allen que se cuide!
Eu, Cristiana e turma tiramos o sábado para explorar o charmoso centro da cidade do Rio.
A primeira parada foi no MAM (Museu de Arte Moderna) para desfrutar da maravilhosa exibição de Vik Muniz. O fotógrafo e artista plástico usa e abusa materiais nada convencionais como chocolate, poeira, lixo e soldadinhos de chumbo para criar suas obras. O Luca, filho da Cris, ficou espantado de ver uma pintura cheinha de açúcar. Fora a mostra, o museu é lindo e a vista um desbunde.
Cassandra, Luciano, Luca, Lúcio, Diana, Cris, Regina e moi
Os lindos cariocas de Manhattan, Luca e Diana
vista “caída” do Pão de Açúcar
Só fiquei chateada por ter deixado o carro da minha tia, que estou usando nestas férias, à mercê dos mendigos e bêbados que moram no estacionamento do museu. Francamente, acho que não precisávamos ter que passar por isso.
Mas isso não foi suficiente para estragar o astral da tarde. Seguimos para a Rua do Ouvidor onde uma feijoada e um samba de primeira nos esperavam no restaurante Antigamente. Como vocês sabem…sou praticamente uma gringa e adoro esses passeios “exotics” que a Cris, Lúcio e Paulinha inventam. Os sobrinhos gaúchos do Lúcio também ficaram amarradões na comidinha, cerveja e casarios do lugar.
Torresminho politicamente incorreto. Ainda bem que ao contrário do meu coração, o meu fígado funciona bem.
Ahh…esqueci de dizer que os músicos que estavam batucando por lá eram integrantes da bateria da Império Serrano.
Ai, ai. Pena que as férias estão acabando!!!
31 de Janeiro de 2009 às 23:01
Karina Kovalick
Benedito é o nome do novo quisque que abriu no Brasilia Shopping. Montada nun carro das antigas, a lojinha vende cintos e pulseiras de couro.
Tem pra mulheres, homens e crianças.
A embalagem pra presente também é fofa. Eles colocam dentro de uma caixinha na forma do carro. Achei muito bacana!
às 17:23
Martha Mendes
“Não conheceis o mundo. Cavaleiro.
Não nos julga ninguém pelo que somos,
Mas todos pelo que lhes parecemos.
Assim, o mais que posso
É agir de tal maneira, que uma dúvida
Paire sempre no espírito daquele
Que investigar a minha parte no caso.
A salvaguarda está na ambiguidade.”
Essa parte do texto de Schiller, traduzido por Manoel Bandeira, retrata bem o que é a peça Maria Stuart, em cartaz no CCBB de Brasília até o dia 15 de fevereiro. O texto reproduz um diálogo imaginado por Schiller entre a Rainha Elizabeth e Mortimer, sobrinho do carcereiro de sua prima Maria Stuart, rainha da Escócia. Isso foi escrito em 1799, mas é extremamente atual. Assim como é extremamente oportuna a estréia nacional dessa peça em Brasília – a capital do poder.
Apesar do nervosismo natural do elenco por ser uma estréia, ver o drama que envolveu essas duas poderosas mulheres encarnadas por grandes atrizes como Júlia Lemmertz (na pele de Maria Stuart) e Clarice Niskier (como Elisabeth) é realmente estimulante. Duas rainhas, duas personalidades femininas marcantes e opostas que governam a mesma ilha e disputam o amor de um mesmo homem.
Maria, católica fervorosa. Elisabeth, protestante. Ambas disputavam a coroa da Inglaterra na segunda metade do século XVI. Elas nunca se encontraram de fato, mas na imaginação do autor alemão esse encontro existiu um pouco antes de a rainha da Escócia ser decapitada pela própria prima.
Sem fazer qualquer juízo a respeito da conduta de ambas as soberanas, Schiller centra a trama nas relações interpessoais e desvenda, até com um certo humor crítico, as artimanhas utilizadas pelos personagens para se manter no poder e se livrar do peso das decisões polêmicas. Maria Stuart está recheada de personagens dúbios, vacilantes em suas atitudes, que estão sempre envolvidos em “mal entendidos” e se eximindo de suas responsabilidades. Tipos que ultrapassam os séculos e que permeiam nossa atualidade.
Brindamos ao sucesso da Márcia, que foi a produtora local do espetáclo
A simpaticíssima Júlia Lemmertz
29 de Janeiro de 2009 às 00:37
Martha Mendes
O Baixo Gávea é a cara do Rio. Lugar despojado, despretensioso e cheio de gente bacana. Fui lá esses dias para almoçar. Primeira parada: Braseiro.
Lá encontrei com Chiarelli, Roberto A e Luizinho para um galeto gostosinho.
Segundo relatos e a Vejinha, o local é bom para ver e ser visto, namorar e quem sabe, arrumar um casamento. Eu não iria lá em busca de amor sincero, mas acho que os solteiros podem assegurar, ao menos, uns beijinhos no fim da noite.
Os meninos saíram cedo para trabalhar e eu fui para o Hipódromo, que fica na frente do Braseiro, filar a picanha das minhas amigas.
Luiz, Karla, Kika, e Adriane. Do outro lado da mesa: Bruninho, Ana Cris, moi e Ana Cris 2
Achei engraçado ver a Karla, Kika e Adriane usando o mesmíssimo relógio. Eu que só uso modelos de bolso, em forma e cordão ou anel, nunca tinha reparado que as cariocas adoram esse douradinho “básico”‘ da Swatch.
Depois de muito chopp (eu não tomei porque “adeio”) farofa e conversinhas, seguimos para o Menininha. A loja de docinhos, apresentada pela Adriane, só pode ser coisa do “tinhoso”: uma tentação. Já sabendo que a carne é fraca…nem tentei resistir e enfiei com força os dois pés nos casadinhos.
Ahh… A loja de docinhos fica coladinha ao bom e velho
Guimas, restaurante das antigas que costumava ser gostoso ( faz muito tempo que não vou).
26 de Janeiro de 2009 às 12:51
Karina Kovalick
Estava tudo muito bom, tudo muito bem, mas é preciso voltar à realidade. As férias acabaram! Nós fomos e voltamos de carro com criança, cachorro e tudo o mais. Para falar a verdade, me divirto muito com viagens de carro. Gosto de planejar as paradas e ver os cenários se modificarem quando se vai passando pelos estados.
Pra quem faz o trajeto Rio - Brasília de carro, vou dar umas dicas: saia cedinho, ainda sem café da manhã e deixe para fazer o desjejum na Casa do Alemão, até para não enjoar na tortuosa serra de Petrópolis.
Croquetes, capucinos, pão com linguiça. E olha a cara de sono da Camila…
Biscoitinhos
E um maravilhoso apfelstrudel.
O Pingo estava nervoso… vai que o confudem com uma linguiça… É melhor ir embora!
Barriguinha forrada, dá pra seguir tranquilo até depois de Belo Horizonte, no Km 479 da BR 040, já em Sete Lagoas. Lá, nós achamos o Solar do Engenho — uma fazenda muito agradável que serve uma valoroza comida mineira.
O ambiente é amplo, bem cuidado e limpo, o que é muito importante na estrada. Verdadeiramente um achado!
Aproveite tudo, mas não deixe de tomar o queimadinho — um leite queimado com caramelo, canela… uma delícia!
Depois disso, o duro é dirigir. A vontade é deitar na rede e deixar a viagem para o dia seguinte. Mas seguimos nossa viagem, só paramos novamente em Brasíla. Deu tudo certo, graças aos céus!
25 de Janeiro de 2009 às 23:09
Martha Mendes
Eu quase ia esquecendo de dar essa dica…
Foi o Dudu, de 12 anos, o filho dos meus cumpadres Ricardo e Maria, que fez questão que fossemos ao
Frontera, que eu ainda não conhecia. Tem um em Ipanema, Jardim Botânico e outro na Barra. E realmente o lugar é bem legal.
O restaurante oferece um ambiente sofisticado, com gastronomia contemporânea, assinada pelo chef holandês Mark Kwaks. E traz traços da culinária típica de diversos países como Holanda, França, Itália, Indonésia, Japão, Tailândia e Brasil, claro. Funciona tanto no sistema de bufê como a quilo. Então, acaba com aquela história de não como isso, não como aquilo, como pouco, como muito. Ótimo mesmo para quem está com criança, ou não…
O Dudu sabe das coisas! O Fábio também aprovou! E se essa galera gosta, pode ir sem medo!
24 de Janeiro de 2009 às 11:34
Martha Mendes
Eu adoro essa vista da Barra da Tijuca. Do alto do vigésimo primeiro andar você acaba com qualquer complexo de inferioridade, ainda mais com essa paisagem.
Dá pra ver o mar e, quem sabe, se eu ficar na pontinha do pé consigo ver a África?!
Dá pra ver a Lagoa de Marapendi
Dá pra testemunhar a lua cheia surgir por trás do morro da Tijuca
E reinar absoluta no céu
Dá pra ver os primeiros raios de sol colorir o céu de vermelho
Enquanto o farol da Ilha Rasa gira “por outros olhos e armadilhas”…
E um novo dia renasce
Graças a Deus!
22 de Janeiro de 2009 às 01:51
Martha Mendes
Um mundo de barquinhos invadiu a Baía de Guanabara durante o Campeonato Brasileiro de Optimist, realizado no Iate Club, em Niterói. Foi bonito ver uma meninada bonita, saudável e destemida avançar mar a dentro em seus barquinhos, tendo como pano de fundo as famosas paisagens cariocas. Essas imagens me fizeram lembrar os versos de Fernando Pessoa: “Deus ao mar o perigo e o abismo deu, mas nele é que espelhou o céu.”
Essa aí é minha filha, Camila, a frente do seu Kraken
Acompanhando de perto as manobras dos pequenos, Lars Grael, nosso campeão olímpico.
às 01:15
Martha Mendes
Estou feito “pinto no luxo” nestas férias no Rio de Janeiro. Eu sei que o certo seria “pinto no lixo”, mas só tenho ido a lugares bacanas com gente mais bacana ainda…
Vou postar algumas fotos da minha programação intensa na cidade.
Com a Martoca e Cibelle na Prainha
Com as meninas almoçando, às 5 da tarde , no Mercado do Produtor, na Barra. Pedimos um arroz de polvo e pastéis de siri para acompanhar. Estava uma “dilícia”.
No Lapa 40 Graus com Carlinhos de Jesus, Maria Claudia e Adri. Nos esbaldamos de sambar ao som do Simpatia Quase Amor.
Com Marcia e Tati lá no Cafeína
Num showzinho de Rock, na Melt, com a “muguerada”.
.
Happy hour no Devassa da Barra, com a turma e drinks ” cósmicos” como esse que a Mari está bebendo.
Roberto T, Marcita, moi e Wilsinho.
Felippe e Kadu.
Marina, eu, Manu e Adriane.
Eu e Marcinha
Desfrutando a vista da “Princesinha do Mar”, no Copa Café, com Cris e Luiz
18 de Janeiro de 2009 às 12:48
Karina Kovalick
Resolvi, por conta própria, antecipar o carnaval. Quando morava no Brasil não ligava para confetes e serpentinas, mas agora… escuto um batuque e me dá logo um “ziriguidum”. Como o carnaval em NY é mais frio que a Sibéria, aproveito para brincar durante as férias de janeiro mesmo.
Bem, para entrar no clima, nada melhor do que começar o festejo fora de época na quadra da escola de samba mais tradicional do Rio, a Mangueira.
A concentração do nosso bloco foi na casa da Cris. Esquentamos o nosso tamborim e a nossa barriguinha com os quitutes deliciosos que a minha amiguinha encomendou no Pavelka do Leblon. A galera encheu a cara de mini hot dogs de linguiça, empadinhas e croquetes para chegar na quadra “calibrada”.
O prestígio foi total por lá por conta de um amigo Vip, que prefere não aparecer nas fotos. Ele é famoso, mas tímido…. hahahah.
Cecília, moi, Luiz e Cris
Paulinha e Luizinho mostrando que têm samba no pé, no corpo todo e no coração
Cecília parecia a rainha da bateria. Sambou que só.
Depois da experiência, virei verde e rosa desde criancinha!!
Para dar continuidade ao grito carnavalesco, fui assistir a peça musical Sassaricando, que está em cartaz no Teatro das Artes, no Shopping da Gávea. Durante o espetáculo, Eduardo Dusek e um elenco de cantores competentes cantam um repertório imenso de marchinhas. De Chiquita Bacana a Alalaô. Ah, tem umas músicas que nunca tinha escutado na minha vida, mas garanto que a minha avó, se tivesse ido, conheceria todas.
às 12:46
Karina Kovalick
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