As Anita Malfatti em 120 obras

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A Boba

A São Paulo de 1917 ainda era muito provinciana para entender o que significava para a arte brasileira aquela exposição que acontecia na Rua Libero Badaró, 111. Ali, uma pintora que tentava esconder uma atrofia no braço direito, chamada Anita Malfatti, ousava mostrar para uma sociedade perplexa a mais pura arte expressionista. Somente cinco anos depois viria a assimilação do novo durante a revolucionária Semana de Arte Moderna, realizada no Theatro Municipal, na qual foram expostas 22 de suas obras. No entanto, as críticas recebidas em suas primeiras investidas e a insatisfação com sua própria arte a perseguiriam por quase toda a vida.

A pressão da família, que não via futuro promissor para uma moça solteira deficiente e que não dava sinais de que poderia se tornar uma boa professora de arte, fez de Anita uma artista de muitas fases, inquieta, insegura e sempre incompreendida. Essa busca constante por se expressar livremente por meio dos pincéis permeia a Retrospectiva Anita Malfatti – 120 anos, que estreoub nacionalmente no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, de 22 de fevereiro a 25 de abril, e reúne as mais significativas obras da artista, ícone do modernismo brasileiro. É a mais importante retrospectiva já organizada sobre Anita, incluindo obras que raramente ou que nunca foram mostradas ao público.

“Sem dúvida ela foi a pioneira do modernismo no Brasil. A exposição de 1917 inspirou o movimento. Fala-se em Lasar Segall ou Belmiro de Almeida e Visconti como percussores, mas nenhum deles causou tanta polêmica. Ela teve repercussão. E quando a lenda ultrapassa o fato, publica-se a lenda”, afirma Luzia Portinari Greggio, que assina a curadoria da exposição.

Sobrinha de Cândido Portinari e sempre cercada por livros e quadros, seu interesse pela História e pela Filosofia da arte a levou até a vida e obra de Anita, o que lhe rendeu um prêmio de Estímulo de Curta-metragem da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, em 2001, pelo roteiro do documentário “Anita Malfatti”. A pesquisa sobre a vida e obra da pintora também resultou no livro Anita Malfatti – tomei a liberdade de pintar a meu modo, em 2007. E agora, a exposição comemorativa.

Descoberta do expressionismo

Greggio reuniu 120 obras de diversos museus e de coleções particulares que mostram inúmeras e diferentes Anitas. A primeira delas (de 1909 a1914) é uma Anita naturalista-impressionista. Inclui o período em que ainda assinava como Babynha, como em seu primeiro quadro (Burrinho correndo – que estará exposto no CCBB), até o seu retorno de sua primeira viagem de estudos, quando esteve na Alemanha, onde o expressionismo explodia. Foi quando organizou sua primeira exposição individual em 1914. Essa fase reúne também algumas preciosidades como Meu irmão Alexandre e Mulher de vestido vermelho.

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Burrinho Correndo

A segunda Anita, mostra sua fase mais esplendorosa (1915 -1922). É quando vai para os Estados Unidos e se entrega ao expressionismo. “A trajetória de Anita é singular. Todo mundo ia estudar na França. Ela foi para Alemanha e depois para os Estados Unidos, onde tinha parentes. Foi lá onde ela desabrochou”, lembra a curadora. A pintora rompe com todas as regras acadêmicas tão apreciadas pelos seus familiares, como o tio Jorge Krug, que financiara seus estudos no exterior, e a mãe, pintora clássica, Betty Krug, presença constante, rígida e autoritária na sua vida.

Exposição de 17

Mesmo com o escrachado desapontamento dos parentes com a produção artística que trazia na bagagem em seu retorno ao Brasil, Anita faz a exposição de 1917, onde apresenta obras que hoje são consideradas as mais significativas de seu acervo como A boba, A amiga, O farol, A onda, O homem amarelo, Ventania. Também é desta época o primeiro nu cubista brasileiro. “Ela tinha noção que a exposição de 17 ia ser um escândalo. Tanto que resolveu deixar essa obra (Nu cubista I) de fora”, conta Greggio, que incluiu o quadro na mostra.

Seus mais profundos receios recebem contornos dramáticos quando uma crítica de Monteiro Lobato, publicada no jornal O Estado de São Paulo, com o título de A propósito de exposição Malfatti, provoca um efeito devastador na sua exposição. Seus quadros foram devolvidos, outros destruídos. O único a levantar em seu favor foi Oswald de Andrade, que a considerava uma inspiração para um grupo de artistas ansiosos em promover uma revolução na arte brasileira.

“Foi ela. Foram seus quadros que nos deram essa primeira consciência de revolta e de coletividade em luta pela modernização das artes brasileiras. Pelo menos pra mim”, chegou a dizer Mario de Andrade em relação a Anita.

Retorno à ordem

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A Chineza

Depois da Semana de Arte Moderna de 1922, Anita parecia ter encontrado seu lugar no famoso Grupo dos Cinco ( grupo de notórios do modernismo que incluía, além dela, Oswald e Mário de Andrade, Tarsila do Amaral e Menotti del Picchia), mas parte, em agosto de 1923, para Paris, em nova viagem de estudos, desta vez financiada pelo Pensionato Artístico do Estado de São Paulo. Surge neste período, que dura até o final dos anos 20, uma nova face da pintora. “É o chamado “retorno à ordem”, ocorrido no pós-Segunda Guerra. Anita sofre influências de Matisse, Bonnard, começa a pintar interior-exterior, nus, temas recorrentes da época”, explica a curadora. São representativos dessa época os quadros La chambre bleue, Chinesa e Interior de Mônaco, que na exposição estará ao lado de seus estudos I e 2.

Ao retornar ao Brasil, no final de 1928, apesar do abandono à irreverência que marcou sua fase nos EUA, ela faz uma nova exposição sem grandes resultados financeiros e decide, a partir daí, a adotar uma postura ainda menos polêmica. Surge uma Anita muito mais acadêmica. Alguns acreditam que por nunca ter se recuperado das críticas feitas por Lobato ao seu trabalho. A pintora volta a lecionar e desenvolve séries de florais e retratos — temas mais comerciais na época. “Todo movimento precisa ter uma vítima e um inimigo. Anita foi a vítima do modernismo brasileiro e o Lobato o vilão. Mas Anita tinha um relacionamento profissional com Lobato, que manteve depois da crítica. Mas de fato ela buscou, no seu retorno de Paris, a sobrevivência”, explica Greggio.

Pintando a seu modo

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Colheita de Algodão

O academicismo não agradou os companheiros modernistas. Ela chega a ter seu quadro Época da Colonização (1939), que acabou não vindo para a exposição do CCBB, recusado no Salão Oficial de Belas Artes do Rio de Janeiro, em 1940, o que provoca o rompimento definitivo com Mario de Andrade, a quem Anita atribuiu a recusa. O amigo, desde sua volta de Paris, cobrava de Anita um retorno ao seu estilo mais contundente.

Um ano após a morte de sua mãe, em 1955, Anita é convidada a expor no MASP e se mostra uma artista mais popular, exibindo suas últimas produções (1940-1950) – obras que refletiam os costumes e as belezas do interior brasileiro: Batizado na roça, Colheita de algodão, Casamento na roça e O baile são algumas de suas obras que expressam essa fase. “Tomei a liberdade de pintar ao meu modo”, era o nome da exposição e uma indicação de que as críticas não lhe importavam mais.

Cada vez mais recolhida em sua chácara em Diadema, Anita jamais parou de pintar e no final da vida dedicou-se aos temas religiosos. “A comemoração desses 120 anos de Anita vem para homenagear a ousadia da mulher em buscar seu sonho, em se encontrar. A percebo como um ícone injustiçado. Os contemporâneos, por conta de ciúmes, vaidade, talvez, atrapalham a avaliação na época de um talento como Anita. É por isso que muitos gênios são reavaliados e exaltados com o passar do tempo. Foi o caso dela.”

Exposição imperdível! Para adultos, crianças e adolescentes.

Retrospectiva Anita Malfatti – 120 anos
De 23 de fevereiro a 25 de abril de 2010
CCBB Brasília - Galerias 1 e 2
De terça a domingo, das 9h às 21h
SCES, Trecho 02, lote 22
Tel: 3310-7087
Entrada da gratuita
Classificação livre

1 comentário 25 de Fevereiro de 2010 às 12:15 Martha Mendes

Cabelo lavado a seco?!

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Seus problemas acabaram… Chegou o Shampoo a Seco Dry Clean que promete deixar os cabelos limpos sem precisar usar água. E isso não é tudo! Ele ainda neutraliza os odores, retira a oleosidade em qualquer situação, não danifica os fios e o couro cabeludo, pois sua fórmula não contém substâncias agressivas e detergentes.

Com essa espetacular lavagem a seco é possível dispensar o uso do secador semanal e aumentar a durabilidade da escova por mais alguns dias. É a salvação da chapinha! Você acha que isso não é coisa séria? Pois saiba que tinha uma amiga que passava talco no cabelo para não precisar lavá-lo e, com isso, ter que fazer uma nova escova!

Em spray, o shampoo pode ser usado a qualquer momento. Basta aplicá-lo a jatos curtos sobre o cabelo a uma distância próxima, esfregar em uma toalha limpa, secar e escovar normalmente até remover todo o produto junto com a sujeira (e, talvez, alguns bichinhos indesejáveis). Isso parece meio eca, mas pode ser a salvação nesse calor insuportável dos trópicos, que deixa o cabelo colado na cabeça.

O Dry Clean está disponível na loja virtual www.timevision.com.br ao preço de R$ 149,90. E aí? O que você achou? Vai levar?

2 comentários 23 de Fevereiro de 2010 às 10:27 Martha Mendes

Karina agora é global

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Gente, a nossa blogoleta Karina, que era minha parceira no Olhaqueuachei, foi abduzida pelo pessoal do Globo Online. Ela acaba de inaugurar um blog solo chamado Sushi de Banana .

Quem já nos acompanha de longas datas, desde que ela morava em New York, sabe que encontrará nos seus posts diversão garantida ou o seu tempo de volta.

Bem, eu vou continuando por aqui, enfiando peido em cordão, enquanto tiver coisas interessantes (ou não) para contar. E quem sentir saudades da Karina dá uma chegada lá no blog dela. Vou colocar nos links interessantes.

1 comentário 20 de Janeiro de 2010 às 16:12 Martha Mendes

Bibi Ferreira traz Theatro Musical Brazileiro para Brasília

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De uma pesquisa minuciosa realizada pelo diretor Luis Antônio Martinez Corrêa (1950 - 1987), junto com a atriz e cantora Annabel Albernaz e com o músico pianista Marshall Netherland, nasceu o musical antológico Theatro Musical Brazileiro - Partes I (1860/1914) e II (1914/1945). O primeiro espetáculo rendeu para Martinez – um precursor dos musicais brasileiros – o prêmio Mambembe de melhor diretor em 1985. Pelas mãos de Bibi Ferreira essa montagem retornou aos palcos do Rio de Janeiro em 2009 com grande sucesso e chegou a Brasília, abrindo uma nova temporada no Centro Cultural do Banco do Brasil, que vai até o dia 24 de janeiro. Uma cereja para aliviar o marasmo do cenário cultural da cidade nesse mês de janeiro.

Theatro Musical Brazileiro - Parte I (1860/1914) leva a assinatura de Marcelo Alonso Neves, na direção musical, e Fábio Pilar (direção geral), o que garantiu fidelidade a remontagem. Este último trabalhou com Luis Martinez durante seis anos como ator e diretor artístico na primeira montagem. “É prazeroso dirigir um espetáculo que resgatou antológicos, mas ainda contemporâneos, números musicais dos gêneros que predominaram no teatro brasileiro na virada do século XIX”, afirma.

Os números musicais de revistas, burletas e comédias musicais revelam quase um século de teatro (1860-1945) e foram construídos a partir de libretos e partituras de revistas e comédias musicais deste período de ouro dos musicais.

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No palco, os atores-cantores Jorge Luís Cardoso, Édio Nunes, Luiz Niucolau (minhoca da terra, que já fez parte da banda Inimigos do Rei — quem não lembra da Adelaide, a anã paraguaia?), Renata Celidonio, Helga Nemeczyk (que faz parte do elenco musical de Zorra Total) e Mona Vilardo se alternam em meio a cenários da época, criados por Analu Prestes, e por intermédio de seus personagens e ricos figurinos, assinados Kalma Murtinho, apresentam diversos ritmos – quadrilhas, opereta, valsa, mazurca e tango – em números cono: Os Caprichos do Diabo e Fandanguassu, de Carlos Bethencourt e Luiz Moreira, A Filha de Maria Angu (recriação brejeira de La Fille de Madame Angot, de Charles Lecocq) e Tango do Malandrismo, de Artur Azevedo,

O roteiro inclui sátira social - como uma cena em torno do jogo do bicho - e números românticos, com pitadas de ingenuidade e picardia. Mas o principal ingrediente da montagem é a brasilidade que se revela por trás do painel teatral e por rítmos totalmente influcienciados pela cultura européia.

O musical relembra um período de glória do gênero, nas décadas de 50 e 60, uma montagem genuinamente brasileira em meio ao ressurgimento do teatro de entretenimento com a proliferação de adaptações da Broadway.

“A contribuição de Luiz Antônio para o teatro musical brasileiro é exponencial. Se hoje temos esta qualidade de espetáculos, devemos ao olhar visionário dele. Esse espetáculo é uma forma de homenageá-lo e relembrar seu trabalho de forma prática e sem nos afastar do seu intento original”, afirma Claudia Vigonne, responsável pela produção.

Essa homenagem a Martinez, que marcou as comemorações pelos 20 anos do CCBB do Rio de Janeiro, emocionou familiares do diretor teatral “Essa homenagem fez a viagem de volta aos melhores momentos destacados pelo Prêmio Mambembe que muito bem entregou-o como “O dístico Oswaldiano: Amor e Humor”, daí o imenso sucesso. Meu irmão é imortal tal quais suas pesquisas que gravaram-se nos palcos e nas interpretações de tantos artistas”, diz Maria Helena Martinez Corrêa de Carmargo.

Theatro Musical Brazileiro - Partes I (1860/1914)

Centro Cultural do Banco do Brasil de Brasília

SCES, Trecho 02, lote 22

Pré-estréia: 07/01/2010 - às 21h (para convidados)

08 a 24 de janeiro de 2010

De quinta a sábado, às 21h, domingo às 19h e 30min

Recomendação etária: livre

Tempo de duração – 75 min.

Entrada: R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia)

Tel: (61) 3310-7087

Adicionar comentário 12 de Janeiro de 2010 às 10:07 Martha Mendes

Pra chavecar em Buenos Aires

O romance tem endereço certo em Buenos Aires, Rua Nicaragua, em Palermo. É lá que está instalado, em um lindo casarão branco, o restô El Ultimo Beso.

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Cheirinho e pétalas de rosas, velas e porcelanas antigas garantem o clima de romantismo.

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A cozinha é de autor. Poucos pratos, mas muito gostosos. O tempo por lá não anda. O serviço é lento, mas pressa pra quê? Experimentei uma massa com camarões que estava divina. A pedida é o vinho Pulenta. Muito bom.

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Para completar, tem uma lojinha dentro do restô onde você ainda pode comprar, entre outras coisitas, a essência de rosas e levar de lembrança o cheirinho do lugar.

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1 comentário 29 de Dezembro de 2009 às 13:54 Martha Mendes

Boas Festas!!!


Adicionar comentário 25 de Dezembro de 2009 às 15:30 Martha Mendes

Sinal de vida vindo do Mar Morto

Eu devo confessar que sou uma blogoleta muito fajuta. Entrei nessa meio que por acaso e, muitas vezes, morro de preguiça de postar algo. Dá um trabalho danado… Junte a isso a correria do dia a dia, a necessidade de garantir o pão e o leitinho das crianças, e algum caviar, claro… Aí, já viu… A atualização fica prejudicada. Portanto, não esperem grandes compromissos meu. Farei conforme o tempo, a paciência e a vontade muito grande de contar uma coisa legal que tenha achado. E encontrei algo que realmente gostei demais e vou compartilhar.

Estive recentemente em Buenos Aires, na Argentina, batendo perna na Florida, quando entrei na Galeria Pacífico (claro, é endereço obrigatório).

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Achei um quiosque pequenino, onde uma vendedora das boas me pegou para a demonstração de um produto. Pronto! Pra quê?
Era um esfoliante com sal do Mar Morto que, além de dar aquela renovada na pele, ainda tem um óleo perfumado que deixa o corpo macio, hidratado, cheiroso. Uma delícia (Afinal, tudo salgado, temperadinho, fica melhor, né não? Então não pode dar errado).

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Começou por aí e acabei levando também um barro com propriedades terapêuticas e um outro peeling para o rosto.

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O nome da linha de cosméticos é Minus 417, que inclui mais de 40 produtos do Mar Morto em diversas áreas, inclusive tem uma linha específica para homens. Aqui no Brasil eu nunca vi (alguém conhece?). Agora, já tenho meu SPA pessoal e realmente aprovei! Show.

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Com nosso poderoso Real frente ao Peso, está ótimo fazer comprichas com os hermanos!

Depois coloco outras coisitas…

2 comentários 13 de Dezembro de 2009 às 19:03 Martha Mendes

Camicado chegou a Brasília!

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Gente, Brasília está mesmo crescendo. A todo o momento abre uma coisa legal aqui. A última foi a loja da Camicado, que inaugurou hoje no Parkshopping. Quem já foi a São Paulo conhece a loja, que é a maior rede em mesa posta do país.

O novo espaço ocupa cerca de 500 metros quadrados de área de venda e um mix de 8 mil itens nos setores de cama, mesa, banho, objetos de decoração e presentes. Lá é possível encontrar todas as tendências da moda casa. Fartei-me quando fui a São Paulo.

O pessoal da Camicado teve a delicadeza de convidar a blogoleta aqui para borboletear na inauguração, mas confesso que não tive tempo ainda de conferir de pertinho a novidade, mas vou, com certeza. O convite veio junto com um par de minitravessas para servir porções individuais. Um charme!

E quero ir lá comprar um conjunto de ramekim para fazer uma sobremesa show que aprendi. Assim que a colocar em prática essa missão, mostro para vocês.

Adicionar comentário 28 de Outubro de 2009 às 20:44 Martha Mendes

This is Halloween!

Essa minha filha é uma artista… Em todos os sentidos!

A ideia do vídeo todo foi dela e da amiga Fernanda. As imagens foram do irmão Fábio e da Júlia, irmã da Fernanda. Essa galerinha tem futuro no mundo do cinema… Zé do Caixão que se cuide!

1 comentário 11 de Outubro de 2009 às 19:41 Martha Mendes

Seu batom pode revelar muito sobre você…

Quem diria… A forma que o batom fica depois que o aplicamos revela muito sobre a nossa personalidade. Umas mulheres deixam a ponta mais arredondada outras mais quadradinha… .

Veja o que cada formato diz sobre você:

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Desconfiada - Ponta em forma de gota

É o tipo durona. Não chora na frente dos outros e nunca revela seus segredos a ninguém. Por isso, precisa estar sempre atenta as formas de exteriorizar seus sentimentos para não pifar.

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Organizada - Ponta afiada

Honesta e boa amante, é daquelas que gosta das coisas planejadas e relacionamentos transparentes. A organização é seu ponto forte: adora deixar as coisas em ordem e, algumas vezes, não se dá conta de que exagera.

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Sincera - Ponta plana

Romântica, sincera e leal com os amigos, é capaz de guardar um segredo como poucos. Tímida, muitas vezes nem mesmo tem noção do potencial e, por isso, esconde alguns talentos do resto do mundo.

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Amorosa - Ponta em forma de bala

Quieta, delicada, esperta e surpreendente. As vezes, essas qualidades podem ser confundidas, dando a impressão de que é pegajosa. Sabendo disso, costuma enclausurar seus sentimentos e esconder suas qualidades dos outros. Tem um ar meio misterioso, capaz de deixar as pessoas curiosas a seu respeito.

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Habilidosa - Duas pontas laterais

Habilidosa e talentosa, é uma dessas pessoas que não consegue ficar parada. Ama a vida e está sempre rodeada de amigos. O que não é problema, pois, em geral, tem o dom de deixar as pessoas a vontade e acaba sendo a anfitriã perfeita. Ainda assim, tem seus momentos de carência e precisa muito do carinho das pessoas que a cercam.

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Informada - Torre torta

Uma grande amiga, adora badalações e não perde uma festa. É sempre uma das primeiras pessoas a ficar sabendo de tudo o que acontece com as pessoas que a rodeiam. Mas nem sempre consegue guardar segredos. Atenção para a torre do batom, pois se ela cair, indica crise interior.

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Decidida - Ponta de um só lado

Quanto mais fina a ponta, maior a determinação de quem usa o batom. É uma guerreira. Na verdade, é segura, ambiciosa e, talvez por isso, não meça esforços para alcançar o que quer.

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Corajosa - Ponta arredondada

Inteligente e glamurosa, é uma pessoa que adora surpresas e todo tipo de mudanças. O que mais a incomoda é a monotonia. Talvez esse seja o principal motivo para que esteja sempre mudando o guarda-roupas, a casa, o namorado…

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Leal - Ponta em forma de cadeira

Pessoa brincalhona que vive em busca de aventuras. Faz amizade com facilidade e é uma ótima ouvinte, uma amiga para todas as horas. Entretanto, caso o “encosto” da cadeira fique muito alto, é preciso prestar mais atenção aos sintomas de estresse.

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Boazinha - Ponta em diagonal

É uma pessoa do bem e, aos poucos, as pessoas que a rodeiam se dão conta disso. Algumas vezes dá a impressão de ingenuidade. Caso o batom fique assim até o final, significa que nunca será má. Lembre-se: a bondade é uma qualidade de poucos.

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Equilibrada-Ponta em forma de casinha

Muitas pessoas a definem como zen, pois está sempre disposta a experimentar uma nova forma de terapia alternativa. Na verdade, tudo o que procura é o equilíbrio entre mente e corpo. E, no fundo, isso nada mais é que uma maneira de se conhecer melhor.

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Misteriosa - Ponta em formato de chapéu

É uma estrategista. Gosta de fazer planos e guardá-los até o último minuto. Entretanto, isso não significa que os insights ficarão apenas no campo das idéias. Pelo contrário, na hora certa, sabe como colocá-los em prática.

Bom, andei observando os meus batons e estão sempre gastos de um lado só. Então, me equadro no perfil da Decidida. E você?

6 comentários 13 de Setembro de 2009 às 18:38 Martha Mendes

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